Tempo  9 ore 10 minuti

Coordinate 2013

Uploaded 3 luglio 2016

Recorded luglio 2016

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  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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1.048 m
627 m
0
4,9
9,8
19,68 km

Visto 10937 volte, scaricato 289 volte

vicino Merujal, Aveiro (Portugal)

A Serra da Freita, constitui, com a da Arada e do Arestal, o maciço da Gralheira. Com picos que ultrapassam os 1000 metros de altitude é dominantemente recoberta por um manto de plantas e arbustos rasteiros entrecortados, que conferem às encostas da Serra, durante a Primavera, um intenso colorido amarelo, primeiro, e multicor, depois, transformando o belo agreste serrano numa paisagem de sonho.
Foi neste cenário de excecional beleza que fizemos este percurso, ao longo de aproximadamente 20Kms. Partindo do Parque de Campismo do Merujal seguimos o PR7 em direção a Aldeia da Mizarela que tem o seu principal atrativo, para além do Rio Caima, a Frecha da Mizarela, que aí se forma. Lá seguimos percurso, iniciamos a descida das suas escarpas, mas rapidamente fazemos um desvio, decidimos descer até ao Rio Caima para observar de perto a cascata da Frecha da Mizarela. Valeu a pena, simplesmente fantástico. Nem as fotos conseguem descrever.
Depois das fotos da "praxe" toca a subir de regresso ao trilho. De novo no PR7, continuámos o percurso sempre com a Mizarela ao nosso lado até à secular, recôndita e bela aldeia da Ribeira. Nesta pequena aldeia é possível contemplar ainda alguns moinhos de água, que no passado trabalhavam dia e noite para dar alimento a todos os habitantes do planalto que, por falta de água na época estival, se viam impedidos de moer o seu pão. Passada a aldeia, atravessa-mos o rio num pequeno pontão, subindo até à crista da escarpa leste onde fizemos a interseção com o PR15. Rapidamente chegamos aldeia de Cabaços seguindo até à aldeia da Castanheira para visitar as "Pedras Parideiras". Fenómeno de granitização único no país e raríssimo no mundo inteiro. Trata-se de um afloramento granítico que tem incrustados nódulos envolvidos por uma capa de biotite em forma de disco biconvexo os quais, por efeito da erosão, se soltam da pedra-mãe - daí a denominação de "parideiras".
Depois da visita à “Casa das Pedras Parideiras” - centro de exposição e interpretação das pedras parideiras, seguimos pelo Monte Calvo, onde podemos observar a Mamoa 2 de Monte Calvo (monumento funerário da idade do Bronze, II milénio antes de Cristo). Atravessada a estrada municipal seguimos para o lugar de Portela da Anta, onde podemos observar a sua Mamoa e restos de um dólmen de corredor de planta poligonal, aqui cortamos à direita seguindo o PR15 até ao lugar do Vidoeiro e depois para Junqueiro onde podemos observar as Pedras Boroas. O PR segue então paralelo ao lindíssimo rio Caima, onde aproveitamos uma das suas lagoas para ir a banhos neste dia quente de verão. Já mais frescos continuamos até Albergaria da Serra, terminado a atividade no Parque de Campismo do Merujal.

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GEOSSÍTIOS DO TRILHO (G)
Lugares de particular interesse para o estudo da geologia, notável sob o ponto de vista científico, didático ou turístico, seja pela singularidade de suas formações geológicas ou da natureza mineral do subsolo seja por seu valor paleontológico.

G.6 CASCATA DA FRECHA DA MIZERELA


Esta cascata localiza-se em pleno rochedo granítico do planalto da Serra da Freita, a uma altitude de cerca de 97 metros. É alimentada pelas águas do rio Caima e apresenta uma altura que ronda os 75 metros, sendo desta forma uma das mais altas da Europa, fora da Escandinávia e dos Alpes. Como o granito é mais resistente à erosão fluvial do rio Caima do que a generalidade dos xistos e grauvaques, ao longo do tempo formou-se um assinalável desnível, tendo-se originado a queda de água. Todavia, além da erosão diferencial, considera-se ainda que a orientação dos sistemas de falhas que afectam todo o bloco da Serra da Freita tiveram influência directa na formação desta escarpa singular. Esta cascata localiza-se numa paisagem serena rodeada por uma atmosfera campestre e bucólica onde a natureza se encontra num estado puro.

G.7 PEDRAS PARIDEIRAS


São um fenómeno geológico raro, estão situadas na Serra da Freita em Portugal e na Rússia, perto de S. Petersburgo. É um tipo de pedras que brotam de uma rocha-mãe, um bloco nodular de origem granítica com 1000 x 600 m, daí se chamarem Parideiras. Os nódulos de 1 a 12 cm de diâmetro com formas discóides e biconvexas são compostos pelos mesmos elementos mineralógica do granito, a camada externa é composta por biotite e a interna possui um núcleo de quartzo e feldspato potássico. Estes nódulos ao se desincrustarem dos núcleos da rocha-mãe por termoclastia/crioclastia deixam uma camada externa em baixo relevo nos núcleos da rocha-mãe e espalham-se à volta desta. As Pedras Parideiras simbolizam a fertilidade na tradição ancestral da região, esta tradição está ainda presente nas populações locais. Acredita-se que dormir com uma pedra parideira debaixo da almofada aumenta a fertilidade.

MAMOA 2 DE MONTE CALVO


Mamoa é um montículo de terra e pedras, também designados por "tumuli" por encerrarem no seu interior espaços funerários de tipologias e cronologias diversificadas. A mamoa 2 de Monte Calvo pertence ao grupo de sepulturas não megalíticas, ou de tradição megalítica. No seu interior foi construída uma sepultura em fossa - designação atribuída às sepulturas escavadas no subsolo - coberta com uma laje megalítica. A cronologia atribuída a estes monumentos posiciona-os no II millénio A.C., durante a chamada Idade do Bronze.

MAMOA DA PORTELA DA ANTA


Mamoa de planta sub-elíptica e com cerca de 35 metros de diâmetro e uma potente carapaça de blocos graníticos que a impõem na paisagem, envolve os restos ainda monumentais de um dólmen de corredor de planta poligonal, com cerca de oito metros de comprimento, de que se vêm cerca de duas dezenas de esteios, muitos dos quais implantados no local original, enquanto os restos de algumas coberturas permanecem ainda nas proximidades. Trabalhos arqueológicos recentes revelaram que o grande dólmen hoje visível sucedeu a uma outra câmara funerária, de planta poligonal. Um curioso círculo lítico, de função provavelmente ritual, adossa-se à mamoa no lado oposto ao da câmara sepulcral, evidenciando ainda a grande colina funerária outros aspectos arquitectónicos notáveis, designadamente um átrio que se abria frente à entrada do corredor, delimitado por um murete e igualmente de carácter cerimonial.
Construída provavelmente em pleno período Neolítico, a grande mamoa da Portela da Anta continuaria num processo de necropolização e monumentalização durante cerca de 2000 anos...

G.11 PEDRAS BOROAS DO JUNQUEIRO


As Pedras Boroas são o resultado da erosão diferencial que o granito sofreu e que pôs em evidência a sua estrutura base. As Pedras Boroas do Junqueiro são um importante geossítio do Arouca Geopark que se enquadra num relevo residual de granito da serra da Freita, aflorando no planalto de Albergaria da Serra. Este fenómeno dá origem à formação de uma rede de fissuras poligonais nas partes da rocha mais erodidas que, à vista desarmada, lembra a superfície de uma boroa, pelo que a rocha foi assim batizada. A erosão que origina este padrão resultou do clima agreste com grandes amplitudes térmicas que se faz sentir no cimo da serra.



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A equipa Caminhantes
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  • Foto di ALDEIA DA RIBEIRA
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  • Foto di PONTE MADEIRA RIBEIRA CASTANHEIRA
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  • Foto di AFLORAMENTO DE QUARTZO
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  • Foto di PANORAMA MIZARELA
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  • Foto di RIBEIRA DA CASTANHEIRA
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  • Foto di INTERSEÇÃO PR15
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  • Foto di ALDEIA DE CABAÇOS
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  • Foto di CASA DAS PEDRAS PARIDEIRAS
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13 commenti

  • Foto di fernandapacheco

    fernandapacheco 7-lug-2016

    I have followed this trail  View more

    Já fiz este trilho e é simplesmente magnífico. Um sobe e desce, mas compensado pelas paisagens deslumbrantes, lagoas paradisíacas e Cascatas do rio Caima (Frecha da Mizarela) e da ribeira da Castanheira... Vários geossitios ao longo do percurso que tornam este trilho único, destaque para as Pedras Parideiras fenómeno raro no mundo...
    Excelente descrição de um trilho que nos deixa um desejo enorme de voltar e apreciar. Recomendo!

  • PicosAlpinos 11-lug-2016

    I have followed this trail  View more

    Trilho muito bonito e bem documentado. Obrigado.

  • ArthurMig 15-lug-2016

    Já fiz uma coisa aproximada a este trilho e é efectivamente lindissimo. Quero dar os parabens pela belissima descrição dos locais

  • Foto di Caminhantes

    Caminhantes 18-lug-2016

    Olá ArthurMig, obrigado pelo comentário.
    Em 2013 fizemos um trilho praticamente igual http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=4242140 este ano voltamos porque de facto é lindissimo, recomendo vivamente!

  • DiogoHiker 18-lug-2016

    I have followed this trail  View more

    Simplesmente magnífico... paisagens deslumbrantes, lagoas paradisíacas, bonitas cascatas e vários geossitios.

  • Foto di Caminhantes

    Caminhantes 19-lug-2016

    Obrigado pela visita DiogoHiker!

  • Foto di Helena Carvalho

    Helena Carvalho 26-lug-2016

    I have followed this trail  View more

    Moderado. Muito boas condições naturais, pois o rio tem muito caudal e a queda de água é fantástica. O restante percurso com alguma dificuldade, pois o declive é grande.

  • Foto di miguelapferreira

    miguelapferreira 1-ott-2016

    Bom meus amigos tenho uma história para vos contar, que de história não tem nada mas sim de factos reais, ocorridos com a minha pessoa, os quais ocorreram no dia 25/09/2016, pelas 12h30, no concelho de arouca, algures junto à aldeia da castanheira ...
    Bom meus amigos tenho uma história para vos contar, que de história não tem nada mas sim de factos reais, ocorridos com a minha pessoa, os quais ocorreram no dia 25/09/2016, pelas 12h30, no concelho de Arouca, algures junto à aldeia da castanheira...
    Estava eu a fazer o trilho pr7 e pr15, da Frecha de Mizarela, quando estando tudo a correr lindamente, ao chegar à Aldeia de Castanheira, onde podem ser vistas as "Pedras Parideiras" e sítio onde vai muito boa gente com as famílias, inclusive crianças e jovens, quando ao entrar na localidade sou recebido em apoteose, por um grupo de 4 cães (ponto 1) de porte médio que andavam ali à solta sem coleira, nem açaime, e donos nem vê-los e os quais se não fosse o engenho, me tinham trinchado.
    Não obstante escapo destes 4 e sou recebido pelo “maior” da localidade um outro cão de porte enorme, senão era, pelo menos parecido com o Castro Laboreiro, senão era vestia-lhe a pele, cerca de 80 a 90 quilos, que estava junto a uma casa (ponto 2) no meio da rua, ora tive de me fazer à vida de imediato pelo meio dos campos, qual Carlos Lopes com afinco para cortar a meta, sendo que a esta altura já tinha feito muito esforço a fazer o pr7 , para quem conhece sabe do que falo, mas lá me consegui esquivar ...
    Pensando eu que de mares agrestes e tumultuosos já me tinha livrado, quando à saída da localidade Aldeia de Castanheira passando a linha de água, e ao subir a encosta em direcção à Mamoa 2 de Monte Calvo, estava gado a pastar, bonito de se ver, isto junto ao caminho (ponto 3) ai existente e que faz parte do trilho do pr15 ...
    Não fosse qual "Cavalo” que sai do meio do gado a ladrar, que poderia ser muito bem irmão do que encontrei na Aldeia de Castanheira, ou da mesma raça, enorme, que me fez as pernas tremer e a alma me abandonar o ser, virado a mim mais uma vez sem açaime, nem dono por perto, e a minha sorte, sim que foi mesmo sorte, foi começar a caminhar no sentido de me afastar dele, mas sem dar indícios de medo, coisa que abundava no corpo naquele momento, a todo o custo consegui me afastar do mesmo, tendo este abrandado a corrida e ficado só a ladrar ...
    Quando cheguei à Mamoa 2 do Monte Calvo, e ao olhar para o monumento senti-me sair de dentro dele...
    Meus amigos e facebookianos, se assim podemos dizer, se fosse uma família com crianças que fosse no meu lugar, teria se dado uma fatalidade quase de certeza, e não tenho duvidas que não seria um adulto ai existente ou mais até que houvesse que iriam conseguir acalmar o animal, ou suster o seu ataque caso o fizesse.
    Estamos a falar de um sitio turístico, além do mais onde os animais estavam na via publica sem vedações ou pessoas presentes, alem da minha claro, onde se deslocam montes de famílias, jovens, crianças e pessoas de mais idade, as quais por vezes fazem os trilhos pedestres, como eu aliás estava a fazer, os quais poderão não ter a mesma sorte, ou mesmo eu se lá voltar a passar...
    Ora o cão que estava com o gado e foi treinado para estar, faz isso com certeza montes de vezes, a mando do pastor, que acaba por ser o culpado disto tudo, sim que o animal não tem culpa, como eu suspeito há-de ser prática corrente de mais pastores...
    Se ainda tivesse o pastor à beira ou estivesse provido de açaime, os danos que o mesmo pudesse causar seriam de certeza mais moderados, o que poderá não acontecer sendo que ele tem os dentes à espera, e não está o dono presente para dominar ou tentar acalmar o cão caso ele reaja ...
    Agora, fica a questão no ar, quando irão ser tomadas providências no sentido de punir, cessar, e fazer ver estas pessoas e pastores, que o País e via pública não é só deles...
    A falar??!! Não será com certeza, pois um individuo que manda um cão destes para uma zona de trilh

  • Foto di miguelapferreira

    miguelapferreira 1-ott-2016

    Bom meus amigos tenho uma história para vos contar, que de história não tem nada mas sim de factos reais, ocorridos com a minha pessoa, os quais ocorreram no dia 25/09/2016, pelas 12h30, no concelho de arouca, algures junto à aldeia da castanheira ...
    Bom meus amigos tenho uma história para vos contar, que de história não tem nada mas sim de factos reais, ocorridos com a minha pessoa, os quais ocorreram no dia 25/09/2016, pelas 12h30, no concelho de Arouca, algures junto à aldeia da castanheira...
    Estava eu a fazer o trilho pr7 e pr15, da Frecha de Mizarela, quando estando tudo a correr lindamente, ao chegar à Aldeia de Castanheira, onde podem ser vistas as "Pedras Parideiras" e sítio onde vai muito boa gente com as famílias, inclusive crianças e jovens, quando ao entrar na localidade sou recebido em apoteose, por um grupo de 4 cães (ponto 1) de porte médio que andavam ali à solta sem coleira, nem açaime, e donos nem vê-los e os quais se não fosse o engenho, me tinham trinchado.
    Não obstante escapo destes 4 e sou recebido pelo “maior” da localidade um outro cão de porte enorme, senão era, pelo menos parecido com o Castro Laboreiro, senão era vestia-lhe a pele, cerca de 80 a 90 quilos, que estava junto a uma casa (ponto 2) no meio da rua, ora tive de me fazer à vida de imediato pelo meio dos campos, qual Carlos Lopes com afinco para cortar a meta, sendo que a esta altura já tinha feito muito esforço a fazer o pr7 , para quem conhece sabe do que falo, mas lá me consegui esquivar ...
    Pensando eu que de mares agrestes e tumultuosos já me tinha livrado, quando à saída da localidade Aldeia de Castanheira passando a linha de água, e ao subir a encosta em direcção à Mamoa 2 de Monte Calvo, estava gado a pastar, bonito de se ver, isto junto ao caminho (ponto 3) ai existente e que faz parte do trilho do pr15 ...
    Não fosse qual "Cavalo” que sai do meio do gado a ladrar, que poderia ser muito bem irmão do que encontrei na Aldeia de Castanheira, ou da mesma raça, enorme, que me fez as pernas tremer e a alma me abandonar o ser, virado a mim mais uma vez sem açaime, nem dono por perto, e a minha sorte, sim que foi mesmo sorte, foi começar a caminhar no sentido de me afastar dele, mas sem dar indícios de medo, coisa que abundava no corpo naquele momento, a todo o custo consegui me afastar do mesmo, tendo este abrandado a corrida e ficado só a ladrar ...
    Quando cheguei à Mamoa 2 do Monte Calvo, e ao olhar para o monumento senti-me sair de dentro dele...
    Meus amigos e facebookianos, se assim podemos dizer, se fosse uma família com crianças que fosse no meu lugar, teria se dado uma fatalidade quase de certeza, e não

  • Foto di miguelapferreira

    miguelapferreira 28-feb-2017

    Bom meus amigos tenho uma história para vos contar, que de história não tem nada mas sim de factos reais, ocorridos com a minha pessoa, os quais ocorreram no dia 25/09/2016, pelas 12h30, no concelho de arouca, algures junto à aldeia da castanheira ...
    Bom meus amigos tenho uma história para vos contar, que de história não tem nada mas sim de factos reais, ocorridos com a minha pessoa, os quais ocorreram no dia 25/09/2016, pelas 12h30, no concelho de Arouca, algures junto à aldeia da castanheira...
    Estava eu a fazer o trilho pr7 e pr15, da Frecha de Mizarela, quando estando tudo a correr lindamente, ao chegar à Aldeia de Castanheira, onde podem ser vistas as "Pedras Parideiras" e sítio onde vai muito boa gente com as famílias, inclusive crianças e jovens, quando ao entrar na localidade sou recebido em apoteose, por um grupo de 4 cães (ponto 1) de porte médio que andavam ali à solta sem coleira, nem açaime, e donos nem vê-los e os quais se não fosse o engenho, me tinham trinchado.
    Não obstante escapo destes 4 e sou recebido pelo “maior” da localidade um outro cão de porte enorme, senão era, pelo menos parecido com o Castro Laboreiro, senão era vestia-lhe a pele, cerca de 80 a 90 quilos, que estava junto a uma casa (ponto 2) no meio da rua, ora tive de me fazer à vida de imediato pelo meio dos campos, qual Carlos Lopes com afinco para cortar a meta, sendo que a esta altura já tinha feito muito esforço a fazer o pr7 , para quem conhece sabe do que falo, mas lá me consegui esquivar ...
    Pensando eu que de mares agrestes e tumultuosos já me tinha livrado, quando à saída da localidade Aldeia de Castanheira passando a linha de água, e ao subir a encosta em direcção à Mamoa 2 de Monte Calvo, estava gado a pastar, bonito de se ver, isto junto ao caminho (ponto 3) ai existente e que faz parte do trilho do pr15 ...
    Não fosse qual "Cavalo” que sai do meio do gado a ladrar, que poderia ser muito bem irmão do que encontrei na Aldeia de Castanheira, ou da mesma raça, enorme, que me fez as pernas tremer e a alma me abandonar o ser, virado a mim mais uma vez sem açaime, nem dono por perto, e a minha sorte, sim que foi mesmo sorte, foi começar a caminhar no sentido de me afastar dele, mas sem dar indícios de medo, coisa que abundava no corpo naquele momento, a todo o custo consegui me afastar do mesmo, tendo este abrandado a corrida e ficado só a ladrar ...
    Quando cheguei à Mamoa 2 do Monte Calvo, e ao olhar para o monumento senti-me sair de dentro dele...
    Meus amigos e facebookianos, se assim podemos dizer, se fosse uma família com crianças que fosse no meu lugar, teria se dado uma fatalidade quase de certeza, e não tenho duvidas que não seria um adulto ai existente ou mais até que houvesse que iriam conseguir acalmar o animal, ou suster o seu ataque caso o fizesse.
    Estamos a falar de um sitio turístico, além do mais onde os animais estavam na via publica sem vedações ou pessoas presentes, alem da minha claro, onde se deslocam montes de famílias, jovens, crianças e pessoas de mais idade, as quais por vezes fazem os trilhos pedestres, como eu aliás estava a fazer, os quais poderão não ter a mesma sorte, ou mesmo eu se lá voltar a passar...
    Ora o cão que estava com o gado e foi treinado para estar, faz isso com certeza montes de vezes, a mando do pastor, que acaba por ser o culpado disto tudo, sim que o animal não tem culpa, como eu suspeito há-de ser prática corrente de mais pastores...
    Se ainda tivesse o pastor à beira ou estivesse provido de açaime, os danos que o mesmo pudesse causar seriam de certeza mais moderados, o que poderá não acontecer sendo que ele tem os dentes à espera, e não está o dono presente para dominar ou tentar acalmar o cão caso ele reaja ...
    Agora, fica a questão no ar, quando irão ser tomadas providências no sentido de punir, cessar, e fazer ver estas pessoas e pastores, que o País e via pública não é só deles...
    A falar??!! Não será com certeza, pois um individuo que manda um cão destes para uma z

  • Foto di miguelapferreira

    miguelapferreira 28-feb-2017

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    Bom meus amigos tenho uma história para vos contar, que de história não tem nada mas sim de factos reais, ocorridos com a minha pessoa, os quais ocorreram no dia 25/09/2016, pelas 12h30, no concelho de arouca, algures junto à aldeia da castanheira ...
    Bom meus amigos tenho uma história para vos contar, que de história não tem nada mas sim de factos reais, ocorridos com a minha pessoa, os quais ocorreram no dia 25/09/2016, pelas 12h30, no concelho de Arouca, algures junto à aldeia da castanheira...
    Estava eu a fazer o trilho pr7 e pr15, da Frecha de Mizarela, quando estando tudo a correr lindamente, ao chegar à Aldeia de Castanheira, onde podem ser vistas as "Pedras Parideiras" e sítio onde vai muito boa gente com as famílias, inclusive crianças e jovens, quando ao entrar na localidade sou recebido em apoteose, por um grupo de 4 cães (ponto 1) de porte médio que andavam ali à solta sem coleira, nem açaime, e donos nem vê-los e os quais se não fosse o engenho, me tinham trinchado.
    Não obstante escapo destes 4 e sou recebido pelo “maior” da localidade um outro cão de porte enorme, senão era, pelo menos parecido com o Castro Laboreiro, senão era vestia-lhe a pele, cerca de 80 a 90 quilos, que estava junto a uma casa (ponto 2) no meio da rua, ora tive de me fazer à vida de imediato pelo meio dos campos, qual Carlos Lopes com afinco para cortar a meta, sendo que a esta altura já tinha feito muito esforço a fazer o pr7 , para quem conhece sabe do que falo, mas lá me consegui esquivar ...
    Pensando eu que de mares agrestes e tumultuosos já me tinha livrado, quando à saída da localidade Aldeia de Castanheira passando a linha de água, e ao subir a encosta em direcção à Mamoa 2 de Monte Calvo, estava gado a pastar, bonito de se ver, isto junto ao caminho (ponto 3) ai existente e que faz parte do trilho do pr15 ...
    Não fosse qual "Cavalo” que sai do meio do gado a ladrar, que poderia ser muito bem irmão do que encontrei na Aldeia de Castanheira, ou da mesma raça, enorme, que me fez as pernas tremer e a alma me abandonar o ser, virado a mim mais uma vez sem açaime, nem dono por perto, e a minha sorte, sim que foi mesmo sorte, foi começar a caminhar no sentido de me afastar dele, mas sem dar indícios de medo, coisa que abundava no corpo naquele momento, a todo o custo consegui me afastar do mesmo, tendo este abrandado a corrida e ficado só a ladrar ...
    Quando cheguei à Mamoa 2 do Monte Calvo, e ao olhar para o monumento senti-me sair de dentro dele...
    Meus amigos e facebookianos, se assim podemos dizer, se fosse uma família com crianças que fosse no meu lugar, teria se dado uma fatalidade quase de certeza, e não tenho duvidas que não seria um adulto ai existente ou mais até que houvesse que iriam conseguir acalmar o animal, ou suster o seu ataque caso o fizesse.
    Estamos a falar de um sitio turístico, além do mais onde os animais estavam na via publica sem vedações ou pessoas presentes, alem da minha claro, onde se deslocam montes de famílias, jovens, crianças e pessoas de mais idade, as quais por vezes fazem os trilhos pedestres, como eu aliás estava a fazer, os quais poderão não ter a mesma sorte, ou mesmo eu se lá voltar a passar...
    Ora o cão que estava com o gado e foi treinado para estar, faz isso com certeza montes de vezes, a mando do pastor, que acaba por ser o culpado disto tudo, sim que o animal não tem culpa, como eu suspeito há-de ser prática corrente de mais pastores...
    Se ainda tivesse o pastor à beira ou estivesse provido de açaime, os danos que o mesmo pudesse causar seriam de certeza mais moderados, o que poderá não acontecer sendo que ele tem os dentes à espera, e não está o dono presente para dominar ou tentar acalmar o cão caso ele reaja ...
    Agora, fica a questão no ar, quando irão ser tomadas providências no sentido de punir, cessar, e fazer ver estas pessoas e pastores, que o País e via pública não é só deles...

  • rlomba 29-gen-2018

    I have followed this trail  verificato  View more

    La ruta es recomendable. Pero la dificultad del terreno en los primeros km es elevada, tener esto en cuenta a la hora de estimar el tiempo necesario para realizar la ruta

  • Foto di Caminhantes

    Caminhantes 29-gen-2018

    Olá rlomba!
    Gracias pela valoracion!

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