Tempo  2 ore 45 minuti

Coordinate 2622

Caricato 22 dicembre 2013

Registrato dicembre 2013

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355 m
318 m
0
3,3
6,6
13,12 km

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vicino a Santar, Viseu (Portugal)

Depois de duas caminhadas de noturna organizadas durante o Verão lá chegou a vez da 1ª noturna de Natal.
Apesar do dia frio mas com o céu sem nuvens e já com a lua no final da caminhada apareceram 31 pessoas no início da caminhada.
Como é tradicional á concentração foi na Capela de Santa Luzia e daí seguimos em direção a Santar, com passagens pela Misericórdia, Casa de SAntar, Igreja de Santar, Fonte da Torre, Casa das Fidalgas, Casa do Soito, Solar e capela da nossa Senhora da Piedade e Paço dos Cunhas. Aqui lá se assinou o logbook da cache evento e depois fomos fazer uma visita ao Paço dos Cunhas e à zona da Casa do Soito. Agradecer o mimo a que tivemos direito no Restaurante do Paço dos Cunhas.

PS: o percurso é de cerca de 7,5 km. O GPS deu um erro.
Religinė architektūra

Capela de Santa Luzia

LAP001
Waypoint

Casa de Santar e Misericórdia

Foi conhecida como Quinta do Casal Bom, residência que Dom Sancho II elevou a senhorio e coutou, oferecida a um dos seus homens distinguidos na guerra. Hoje é conhecida com Casa de Santar, pertença desde 13 gerações. Ornada de belos jardins, apresenta-se sobre uma sequência de buxos que termina num lago do século XVIII. Em frente à casa, o "Chafariz da Carranca" impõe-se como Brasão de Armas da Casa. Visitar esta casa é viajar no tempo, através dos jardins e de todas as particularidades da estrutura.
Religinė architektūra

Igreja

fotografia

Casa do Soito, Solar e Capela Nossa Senhora da Piedade

Casa do Soito: A Casa do Soito compreende o palacete dos Coelhos do Amaral de Santar, datado do Séc. XVIII, com uma grande quinta anexa, na qual estão actualmente integradas as ruínas e a cerca do Paço dos Cunhas. Este palacete tem uma entrada muito bela, pois é constituída por uma escadaria, rodeada por belos jardim( onde se encontram algumas árvores com cerca de três séculos), ladeados de buxos, por uma extensa e bem tratada Quinta (essencialmente composta por vinhas, mas também por carreiras ladeadas de arbustos caprichosamente podados, hortas e pomares). A casa contêm um valioso recheio de muitas e ricas peças antigas, vindas dos mais variados locais do mundo, que se encontram distribuídas por várias salas, quartos e salões. Estas peças foram cuidadosa e pacientemente coleccionadas pelo seu proprietário, através de compra e de ofertas de familiares e amigos . Possui também um grande valor em mobiliário, pelo facto de ser muito antigo e também pela forma como é magnificamente trabalhado. Do espólio da Casa do Soito fazem também parte uma grande quantidade de louças, algumas delas por exemplo da dinastia Ming, pratas e uma grande diversidade de quadros pintados a óleo. Possui também um grande número de peças em marfim, cobre, para além de muitos e importantíssimos pergaminhos, gravuras antigas, vidros, cristais, estanhos e metais. Apesar do valor de todos estes bens, pensamos que o salão das armas e armaduras, é o mais apreciado por todos os visitantes, o que é compreensível pois é um salão que possui uma beleza incrível, deixando qualquer pessoa abismada. Estas armas são de várias épocas, e eram tanto dos militares mais importantes quer daqueles que eram hierarquicamente inferiores( por ex. a armadura do general era de aço, e a do soldado era de ferro, sendo esta muito mais pesada). Logo ao lado surge um enorme salão de baile com um piano muito antigo e de grande valor, existem também baús, mesas, contadores (mobiliário que servia para guardar documentos), credências, armários, cómodas, camas, etc., de várias épocas e estilos e também uma grande e valiosa biblioteca. De referir também que todas estas salas têm o tecto decorado por minuciosos trabalhos à mão ( ex. brasão da família). “No frontão do palacete, na fachada principal, ostenta-se pedra d’ armas dos Coelhos do Amaral, que passamos a descrever: escudo partido 1 – Coelho - Leão com 1 coelho nas garras; bordadura carregada de 7 coelhos; 2 - Amaral – 6 crescentes, invertidos. Encimado por elmo com 3 grades. Timbre – O leão do escudo com um coelho nas garras. Sem indicação de metais.” Solar e Capela Nossa Senhora da Piedade Capela mandada construir em 1728. O teto é composto por pinturas que dizem ser da Escola Grão Vasco
Approvvigionamento

Paço dos Cunhas

Do Paço dos Cunhas, datado do século XVII, apenas restam algumas pequenas partes. Esta construção pioneira influenciou decisivamente os solares barrocos portugueses setecentistas. A Casa do Soito, elegante palacete datado do século XVIII, foi baseada no modelo do Paço dos Cunhas, com uma frontaria preenchida por vãos moldurados com elementos curvilíneos e cornija arqueada ao centro. Destaque para o jardim, com estátuas, canteiros, balaustradas e bancos revestidos de azulejos barrocos. O antigo Paço dos Cunhas de Santar foi mandado construir por D. Pedro da Cunha. Após o fim da guerra entre Portugal e Espanha, o Paço das Cunhas foi comprado por Dr. José Caetano Amaral dos Reis, à Junta dos Três Estados. Após a morte do Dr. José Caetano Amaral dos Reis, coube a herança destes bens ao filho Francisco Coelho do Amaral Reis, visconde de Pedralva. Mais tarde vendeu a sua parte ao seu irmão Dr. Manuel Reis, que juntaria os bens do Paço das Cunhas aos da Casa do Soito. O Paço dos Cunhas era de grandes proporções. Uma vasta construção, de estilo da renascença italiana, datado de 1609, como consta da inscrição que fica sobre a verga do portão da entrada principal. Esta inscrição em pedra que mede cerca de 2,10 metro de comprimento e cerca de 30 cm de altura, diz: “DOM PEDRº DA CVNHA MANDOV. FAZER ESTA OBRA. O ANNO: D:1609.” Foi também nesta altura apeada a pedra de armas com 2 brasões. Um dos brasões, o dos Cunhas, ficou na zona central, o outro ficou num plano superior a este. Pena foi que após o restabelecimento da verga no portão, a inscrição e a pedra de armas não voltassem ao seu devido lugar. O brasão da parte central, encontra-se actualmente tão gasto que apesar de se ver bem que tinha bordadura, mal se conseguem distinguir as respectivas peças heráldicas. Este brasão era de D. Pedro da Cunha. O outro brasão presente na pedra de armas pensa-se que seja o brasão de D. Elvira Coutinho de Vilhena. “O brasão dos Cunhas de oiro com nove cunhas de azul, bordadura cosida de prata carregada com cinco escudetes de azul, cada escudete carregado com cinco besantes de prata, timbre um grife saínte de oiro semeado de cunhas de azul, com azas de um no outro. Actualmente tem um restaurante integrado no solar do século XVII e XVIII, construído em 1609, rodeado de jardins encantadores que conduzem o visitante às caves que conservam os afamados vinhos desta casa e da região. Utilizando a gastronomia tradicional, convertem-se os produtos autóctones em ofertas de nouvelle cuisine, conjugadas com o nosso serviço de vinhos. É indispensável uma prova de vinhos e uma visita às lojas deste néctar.
Waypoint

Pelourinho de Casal Sancho

Este pelourinho com cerca de dois metros de altura tem alguma ornamentação em baixo relevo e ao nível dos contornos e uma base com quatro degraus.

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