Tempo  10 ore 57 minuti

Coordinate 1896

Caricato 13 maggio 2015

Registrato maggio 2015

  • Valutazione

     
  • Informazioni

     
  • Facile da seguire

     
  • Paesaggio

     
-
-
148 m
5 m
0
9,0
18
35,92 km

Visualizzato 6117 volte, scaricato 400 volte

vicino a Carrapateira, Faro (Portugal)

A Rota Vicentina é uma Grande Rota (GR) pedestre no SW de Portugal. Formada pelo Caminho Histórico e pelo Trilho dos Pescadores, a Rota Vicentina propõe uma vivência única destes dois mundos, entre uma cultura rural viva e autêntica e uma costa surpreendentemente selvagem - integralmente dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina - que merecem toda a nossa atenção, para que assim se possam preservar por muitos anos. Esta rota resulta de uma criteriosa selecção de caminhos rurais e costeiros, para um usufruto pleno desta área litoral, que se encontra num precioso estado de conservação, no que respeita à paisagem, aos valores naturais e ambientais, à cultura e às tradições.
Percorremos parte da Rota Vicentina, iniciamos o percurso em Porto Covo, calcorreamos quatro etapas do Trilho dos Pescadores até Odeceixe, depois seguimos o Caminho Histórico até ao Cabo de São Vicente, ao longo de outras três etapas, totalizando 165 kms dos 350 kms possíveis.
É uma rota imperdivel, duma beleza que nos deslumbra constantemente.

As etapas realizadas:
1ºDIA: Porto Covo - Vila Nova de Milfontes external
2ºDIA: Vila Nova de Milfontes - Almograve external
3ºDIA: Almograve - Zambujeira do Mar external
4ºDIA: Zambujeira do Mar - Odeceixe external
5ºDIA: Odeceixe - Arrifana external
6ºDIA: Arrifana - Carrapateira external
7ºDIA: Carrapateira - Cabo de S. Vicente external

7ºDIA: CARRAPATEIRA - VILA DO BISPO - CABO DE S. VICENTE
O início do percurso brinda-nos com paisagens em que a serra se derrama até ao litoral, indo morrer à praia. Rochedos, encostas das serras, ribeiras ou terrenos planos nos vales profundos, são alguns dos elementos que compõem a estética da paisagem e constituem um mosaico de habitats com funções ecológicas distintas. No caminho para o interior, rumo às aldeias da Vilarinha e Pedralva, junto às ribeiras, encontramos a tamargueira, o salgueiro, o freixo e o carvalho português. Nas encostas mais secas, o sobreiro, o zambujeiro, os pinheiros (bravo e manso) e as oliveiras. Nas encostas mais íngremes pode-se contemplar a vegetação natural, praticamente intocada pelo Homem, com denso matagal no sob-coberto dos sobreiros. Nesses matos abundam o medronheiro, a urze branca, a queiró, o folhado, a esteva, a aroeira, o espargo-bravo, o trovisco, o lentisco e os tojos.
Junto ao parque eólico, depois da Pedralva, pode-se encontrar alguns charcos temporários. São talvez o habitat mais rico em biodiversidade do Sw de Portugal, fundamental, por exemplo, para a reprodução da maior parte dos anfíbios da nossa fauna. Exactamente por serem temporários (secarem no Verão), eles estão livres de predadores de ovos e girinos, constituindo assim um local seguro para as posturas. Do Outono à Primavera, para além dos milhares de girinos, os charcos são povoados por aves, cágados, mamíferos e plantas. Em Abril e Maio, as flores oferecem uma paleta de cores: miosótis azuis, narcisos amarelos, jacintos lilases, orquídeas roxas, malmequeres brancos… No Verão, esta ilha de diversidade entra em estivação, oferecendo um aspeto desértico e desolado.
Por volta do Km 6 da etapa, junto ao cruzamento que segue para a praia da Ponta Ruiva, seguimos o trilho dos pescadores, para realizar o Circuito da Praia do Telheiro. A praia do Telheiro é um geossítio, ou seja, um sítio com extraordinário interesse geológico. Uma das razões para tal classificação é a existência da mais espetacular discordância da Península Ibérica. Uma discordância é uma transição brusca entre formações rochosas de idades muito, muito afastadas… como se, durante milhões de anos, a Terra se tivesse esquecido daquele lugar, não tendo nele deixado qualquer vestígio. Para além do seu interesse científico, a falésia da praia do Telheiro é um deleite para o olhar, com a sua camada de arenito vermelho sobre as rochas escuras e antigas. Os melhores locais para observação são acessíveis apenas com a maré vazia.
Nesta última parte do percurso até ao cabo de S. Vicente a falésia, muito alta, proporciona perspetivas únicas, cuja altitude ultrapassa por vezes os 50 metros. A vegetação continua a ser protagonista neste percurso pelo alto da falésia. Já no final do circuito da praia do telheiro estamos prestes a concluir a Rota Vicentina, resta-nos 1 km com alguns metros por estrada asfaltada até ao Farol de S. Vicente onde terminamos.

Alojamento utilizado:
Don Tenório Village Aparthotel | Telefone: 282642364 | email: dontenorioaparthotel@hotmail.com

Ficha Técnica Oficial
Inicio: Carrapateira
Fim: Cabo de S. Vicente (Sagres)
Extensão: 36 km
Duração aproximada: 10 horas
Subida acumulada: 395 m
Descida acumulada: 309 m
Grau de dificuldade: Algo difícil
Altitude máxima: 152 m
Altitude mínima: 10 m
Época aconselhada: Setembro a Junho

Fonte: http://www.rotavicentina.com
Waypoint

7ºDIA

Punto informativo

CARRAPATEIRA

Vetta

MARCO GEODÉSICO

Fiume

RIBEIRA DA CARRAPATEIRA

Approvvigionamento

PEDRALVA BAR

Waypoint

PARQUE EÓLICO DE LAGOA FUNDA

Punto informativo

VILA DO BISPO

Intersezione

INTERSEÇÃO CIRCUITO PRAIA DO TELHEIRO

Fiume

BARRANCO DAS QUEBRADAS

Panorama

PANORAMA PRAIA DO TELHEIRO

Waypoint

CABO S. VICENTE

3 commenti

  • cris.frei.tas 15-feb-2018

    Ho seguito questo percorso  Vedi altro

    Lindíssimo!

  • Marcos Mineiro Mascarenhas 3-ott-2018

    Como faz pra voltar? Há algum ônibus entre o farol e Lagos ou Sagres?

  • Foto di Caminhantes

    Caminhantes 3-ott-2018

    Há ônibus de Sagres para Vila Nova Milfontes, no verão vai até Porto Covo... Nesta altura do ano acho que só vai até Vila Nova Milfontes e daqui terá de ser de taxi.

Puoi o a questo percorso